Introdução
O vídeo discute uma via prática para levar aplicações legadas que rodam em Windows para a nuvem usando o Azure App Service, com opções que vão além do tradicional “Web App”. Através de uma funcionalidade em preview, é possível ter acesso ao sistema operacional, ao registro do Windows e a recursos locais dentro de um App Service Plan, abrindo portas para migração de sistemas legados sem precisar manter tudo em IaaS. O bate-papo também compara cenários de containerização, Kubernetes e serviços gerenciados, mostrando caminhos para modernizar gradualmente a arquitetura.
Resumo
- O apresentador apresenta a ideia de manter o Windows e o acesso ao sistema operacional dentro do App Service, via uma funcionalidade em preview, para facilitar a migração de aplicações legadas rodando em Windows. Com Bastion, é possível abrir uma console ou sessão remota diretamente no App Service Plan, conectando-se com ferramentas de gerenciamento em um ambiente gerenciado pela Microsoft, sem precisar gerenciar uma VM tradicional.
- A solução detalha como dependências de Windows (bibliotecas, configurações de sistema, registro, IO de arquivos) podem ser preparadas: adeploy de um ZIP com dependências e um script PowerShell para instalar e configurar tudo, armazenados em uma Storage Account com accesso via Managed Identity; além de adapters para escrever no registro do Windows da instância do App Service usando valores seguros guardados no Key Vault. Também é possível mapear volumes via Azure File SMB, com credenciais em Key Vault.
- Em termos de migração, o conteúdo sugere que esse caminho reduz mudanças de código e tempo de migração, funcionando como um passo inicial para levar aplicações legadas para a nuvem antes de migrar para um App Service mais tradicional. Há menção às versões do .NET/DNET em LTS/STS (DNET 8 LTS, DNET 9 STS e DNET 10 LTS) e às opções de suporte por vários anos, enfatizando a importância de manter versões com suporte da Microsoft.
- O bate-papo aborda também custos, planos e arquitetura: o App Service Plan Premium V4, com opções de recursos que permitem hospedar várias apps, reduzindo a complexidade comparado a uma infraestrutura completa de VM; o serviço ainda discute outras opções como containers, AKS/OpenShift, e ferramentas de observabilidade. Por fim, o time reforça que, para aplicações muito legadas, containerizar e migrar para soluções gerenciadas facilita a vida operacional, mantendo a possibilidade de evoluir para soluções mais modernas no futuro.
Opinião e Análise
Sem opiniões explícitas no vídeo.
Insights e Pontos Fortes
- Possibilidade de migrar aplicações legadas Windows para o Azure App Service com acesso ao OS e recursos do sistema, incluindo registro e IO de arquivos, sem depender exclusivamente de VMs.\n- Conexão segura e prática via Bastion para abrir sessão remota (RDP/console) diretamente no App Service Plan, reduzindo a necessidade de infraestrutura dedicada.\n- Fluxo de configuração com ZIP de dependências e script PowerShell, armazenados em Storage Account com Managed Identity e uso de Key Vault para credenciais seguras, facilitando a automação da preparação do ambiente.\n- Suporte a mapeamento de volumes (Azure File SMB) e integração com registro/adapters, permitindo alterações necessárias em apps Windows dentro do App Service.\n- Abordagem de modernização gradual que equilibra custo, complexidade e tempo de entrega: iniciar pela migração para App Service (ou containers) em vez de investir imediatamente em IaaS ou uma reestruturação completa, com opções como Container Apps, DAPR e KEDA para escalabilidade baseada em eventos.